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Foto: Freepik

O que uma startup e um videogame têm em comum? A resposta pode surpreender muita gente: quase tudo!

Durante anos, os games foram vistos apenas como entretenimento. Hoje, são uma das maiores escolas de inovação do mundo. E sabe o mais interessante? Muitas empresas ainda não perceberam isso!

Quem joga aprende a resolver problemas rapidamente.

Aprende a trabalhar em equipe.

Aprende a tomar decisões sob pressão.

Aprende que errar faz parte do processo e que desistir nunca é a melhor opção.

Essas não são exatamente as características que procuramos em um empreendedor?

Vivemos em uma época em que as empresas precisam inovar o tempo todo. O mercado muda em uma velocidade impressionante. Novas tecnologias surgem todos os dias. A inteligência artificial está transformando profissões. Modelos de negócio deixam de existir em questão de meses.

Quem não se adapta… fica para trás!

E é justamente aí que o universo gamer dá uma aula.

Nos jogos, vencer exige estratégia.

Exige comunicação.

Exige análise.

Exige criatividade.

Exige capacidade de aprender constantemente.

Não é assim que as startups funcionam?

As empresas que mais crescem no mundo são aquelas que testam, erram, corrigem rapidamente e voltam ainda mais fortes. Parece familiar? É exatamente o que milhões de jogadores fazem diariamente.

Por isso, quando alguém diz que games são perda de tempo, eu costumo fazer uma pergunta:

Perda de tempo para quem?

Para quem desenvolve tecnologia?

Para quem cria empresas milionárias?

Para quem trabalha com inteligência artificial?

Para quem produz conteúdo?

Para quem organiza eventos?

Ou para quem encontrou nos games uma profissão?

Os jogos deixaram de ser apenas uma indústria de entretenimento. Eles se tornaram verdadeiros laboratórios de inovação.

E essa realidade já está presente no Espírito Santo!

Temos exemplos inspiradores de estúdios capixabas mostrando que é possível transformar criatividade em negócio.

A GameDevES, comunidade que reúne desenvolvedores de jogos do nosso estado, vem fortalecendo esse ecossistema ao conectar profissionais, incentivar novos talentos e mostrar que o Espírito Santo também produz tecnologia e inovação por meio dos games.

É a prova de que temos capacidade para criar, empreender e competir em um mercado global.

Imagine o impacto se iniciativas como essa receberem ainda mais apoio, investimentos e visibilidade!

É exatamente esse tipo de movimento que pode transformar o Espírito Santo em uma referência nacional na economia criativa.

É exatamente isso que defendemos na Federação Capixaba de Esportes Eletrônicos.

Queremos mostrar que e-Sports não são apenas campeonatos.

São educação.

São tecnologia.

São empreendedorismo.

São inovação.

São desenvolvimento econômico.

O futuro pertence às pessoas que conseguem enxergar oportunidades antes dos outros.

A pergunta é…

Vamos esperar que outros estados liderem essa transformação ou vamos colocar o Espírito Santo entre os protagonistas da economia digital?

Eu escolhi acreditar no potencial do nosso estado.

E você?



FONTE: Folha Vitória