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Foto: Reprodução/Linkedin/@joachim-klement e Rafael Ribeiro/CBF

O Brasil venceu o Japão por 2 a 1, nesta segunda-feira (29), pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, e desmentiu uma das previsões mais comentadas antes da partida. O economista alemão Joachim Klement, conhecido por acertar os campeões das últimas três edições do Mundial, havia projetado a eliminação da Seleção Brasileira justamente diante dos japoneses.

A vitória brasileira foi construída com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli. O Japão descontou com Kaishu Sano, mas não evitou a classificação da equipe comandada pelo Brasil para a próxima fase da competição.

Segundo o guru alemão, o desempenho consistente apresentado pelos japoneses ao longo do torneio justificava a expectativa de uma surpresa diante da Seleção Brasileira. Em campo, porém, o Brasil confirmou o favoritismo e eliminou os asiáticos, encerrando uma das previsões mais repercutidas do modelo estatístico.

Previsões confirmadas até o confronto

Antes de a bola rolar, duas projeções de Klement para a campanha brasileira já haviam se concretizado. O modelo estatístico desenvolvido pelo economista apontava que o Brasil terminaria na liderança do Grupo C e enfrentaria o Japão no mata-mata.

Os japoneses, por sua vez, avançaram como segundos colocados do Grupo F, atrás da Holanda, cenário que também estava previsto pelo especialista.

No entanto, a previsão da eliminação brasileira pelo Japão acabou frustrada pelo resultado em campo.

Erros na fase de grupos

Embora tenha conquistado notoriedade por prever corretamente os campeões das últimas três Copas do Mundo, Joachim Klement apresentou uma série de inconsistências durante a fase de grupos da edição de 2026.

Entre os principais equívocos estão a previsão de classificação da Coreia do Sul e da Tchéquia no Grupo A, quando as vagas ficaram com México e África do Sul.

No Grupo B, o modelo apontava o Catar como segundo colocado, mas a seleção foi eliminada sem vencer uma partida. Já no Grupo D, a Turquia era cotada para avançar e caiu antes mesmo da rodada decisiva.

Outro erro ocorreu no Grupo E. O Equador não terminou como vice-líder, como previa o economista, e só garantiu vaga entre os melhores terceiros colocados após vencer a Alemanha.

Também ficaram pelo caminho previsões envolvendo o Grupo I, onde o Senegal era apontado como classificado, mas viu a vaga ficar com a Noruega, ao lado da França.

Já no Grupo H, a projeção de Espanha e Uruguai nas duas primeiras posições ainda permanece indefinida, com Cabo Verde e Arábia Saudita mantendo chances de classificação.

*Texto sob a supervisão da editora Erika Santos



FONTE: Folha Vitória